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Projeto “Meu Trabalho Me Faz Bem” amplia serviços aos servidores promovendo a inclusão social

publicado: 28/08/2025 12h41, última modificação: 28/08/2025 12h41
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Com o objetivo de promover a inclusão social e o bem-estar no trabalho, a Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Gerência Administrativa, do Núcleo de Gestão do Trabalho e do Projeto “Meu Trabalho Me Faz Bem”, vem realizando, às quintas-feiras, um trabalho de orientação ergonômica nas salas da secretaria, com orientações sobre correção de postura e atividades laborais realizado pela fisioterapeuta do projeto, com a participação de um interprete de libras.

Neste mês, o projeto Meu Trabalho Me Faz Bem expandiu os serviços de fisioterapia para incluir orientação ergonômica e atividade laboral, que ocorrerão todas as quintas-feiras pela manhã e tarde com agendamento prévio. O objetivo do projeto na promoção da fisioterapia no ambiente de trabalho visa correções posturais e orientações sobre ajuste de móveis para prevenir tensões relacionadas à lombalgia e cervicalgia identificadas nos atendimentos individuais realizados pela equipe de fisioterapia do projeto.

De acordo com a gerente administrativa da SES, Anna Gabriella de Brito, o projeto Meu Trabalho Me Faz Bem, mais uma vez reafirma o compromisso com todos os nossos servidores buscando cada vez mais um serviço valorizado e inclusivo.

“Desta vez, a ampliação das atividades é voltada à inclusão social com a presença de uma intérprete de libras, esta que desenvolve trabalho significativo na acessibilidade de nossas ações, demonstrando respeito e individualidade com nossos colaboradores que necessitam desse olhar diferenciado. Essa integração entre saúde e trabalho é o que torna o projeto ainda mais gratificante, mais do que preparar para o trabalho, estamos criando oportunidades de participação com dignidade e pertencimento”, destacou.

A coordenadora do Projeto “Meu Trabalho Me faz Bem”, Elaine de Farias, ressalta que o projeto busca proporcionar saúde em um conceito amplo, para isso o projeto conseguiu incluir um servidor surdo e com deficiência física em treinamentos e orientações sobre ergonomia, garantindo a presença de um intérprete de Libras para facilitar sua compreensão. “Esta inclusão foi eficaz, permitindo que o servidor, Tiago, interagisse e tirasse dúvidas durante a atividade com a fisioterapeuta”, destacou.

O projeto tem o objetivo de garantir a inclusão social no trabalho e com a participação de uma intérprete de Libras, ajudou um servidor com deficiência auditiva e física a se comunicar e esclarecer dúvidas. A atividade colaborativa, proporcionou uma experiência positiva e gratificante para todos os envolvidos, permitindo que o servidor surdo interagisse e se expressasse melhor.

A fisioterapeuta do projeto, Fabíola Mariana, observa que a ampliação dos serviços no projeto acontece após a alta incidência de problemas de coluna e emocionais nas pessoas atendidas e as orientações sobre ergonomia e alongamentos no ambiente de trabalho são necessárias para prevenir e tratar essas questões.

“Estou no projeto há três anos e atendo nas terças-feiras na sala da fisioterapia, realizando atendimentos de auriculoterapia, ventosaterapia e fisioterapia convencional, a gente tem percebido uma incidência muito grande de pessoas com problemas na coluna, principalmente cervicalgias e lombalgias, e também problemas emocionais. Diante disso, percebemos a necessidade de ampliar as nossas atividades no projeto, realizando orientação sobre a ergonomia e exercícios laborais em todas as salas com o objetivo de tentar reduzir esses problemas”, explicou.

A nova atividade da fisioterapia nas salas é considerada de grande importância para os servidores. A enfermeira e servidora pública da Gerência Operacional de Condições Crônicas e IST da SES, Zeni Tavares, acredita que essa ação é muito relevante para os servidores que passam longas horas sentados. “Essa atividade nas salas é crucial, pois ajuda a prevenir problemas futuros relacionados à falta de movimentação. A presença da fisioterapeuta oferece acolhimento e orientações sobre a postura correta, que muitas vezes é negligenciada. A correção da maneira de sentar e a conscientização sobre a importância dessas práticas podem contribuir para uma melhor saúde física e bem-estar no trabalho”, argumentou.

A inclusão social no trabalho foi um ponto bastante importante para o Analista de Sistemas da Gerência de Tecnologia da Informação da SES, Thiago Pereira, que é uma pessoa surda. Com a participação da interprete de Libras durante a atividade, o servidor pode fazer perguntas e tirar muitas dúvidas. Dessa forma, o feedback da ação sobre a ação inclusiva foi positivo para o servidor. “A comunicação facilitada por libras tornou a experiência mais acessível, permitindo que eu entendesse melhor o processo da palestra sobre ergonomia. Aprendi como me sentar adequadamente e a utilizar os aparelhos e a cadeira de forma correta, e isso só foi possível por conta da participação da intérprete para essa compreensão”, relatou.

O projeto Meu Trabalho Me Faz Bem sempre trabalhou nessa perspectiva de inclusão e o reforço da atividade de fisioterapia laboral de forma setorial, tem desempenhado um papel fundamental dentro das salas, promovendo reabilitação física, acessibilidade a saúde mental e uma melhor preparação para o dia a dia do trabalho.